O atentado a Jair Bolsonaro revelou que parte do jornalismo está convalescendo. Noblat, colunista da Veja, exigiu que a Federal investigasse - pasmem! - a ausência de sangue na vítima; a Rita...Bem,a Rita questionou a veracidade e retuitou umas mensagens bem gozadas para o momento. A Veja, por sua vez, reverberou a idiotice de muitos, com coisas do tipo, vítima é vítima, mas não se pode esconder o discurso de ódio da vítima. Ou seja, para a Veja a vítima é sempre vítima desde que não seja o Jair Bolsonaro.
Não à toa esses meios de comunicação estão perdendo credibilidade, audiência, consequentemente patrocinadores e o resultado é a demissão de muitos profissionais, como a Editora Abril, publicadora da Veja, que teve de despedir 800 profissionais e entrar com um pedido de recuperação judicial. A situação destes setores da imprensa é bem mais preocupante que a o quadro de saúde de Bolsonaro.
Outro exemplo, a imprensa cearense não disse um "ai", uma linha, um byte sequer sobre o arrombamento, roubo e pichacão do carro do candidato a deputado estadual André Fernandes pelo partido do Bolsonaro que aconteceu também nesta quinta-feira, pela manhã. Nada, nadica. Completamente cega, digo, cética.
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