22 de set de 2012

O que não foi falado sobre a separação de Zezé di Camargo

O mundo das celebridades movimenta altas cifras para artistas, empresas de comunicação e marcas que investem nestes potenciais formadores de opinião. Qualquer arranhão na carreira de um destes pode representar o fim de contratos e o que é considerado pior para eles, sair dos holofotes. 

Mas bem que o jornalismo poderia ser mais honesto ao tratar destes casos. Recordo da recente separação de Zezé di  Camargo que forma par de música sertaneja com o irmão Luciano. O casamento de 30 anos rompido de forma amigável - disseram - não mereceu por parte da imprensa que cobriu o caso  uma ligação - coisa comum no meio -  com o episódio da briga dos irmãos no ano anterior.

Cristão pode votar em candidato de partido abortista?

A defesa da vida deveria ser um pressuposto no plano de qualquer governante, mas rapidamente fazem manobras e se acham brechas para implantar a cultura de morte. Assim, temos muitos candidatos que embora se digam  individualmente contra o aborto agem no poder público favorável e coadunando com as leis que permitem este assassinato. 

Para os cristãos atuantes na  vida pública ou aspirantes a cargo de representatividade na política a defesa da vida é um pressuposto e não uma característica que o faça se sobressair aos demais. Em uma audiência pública certa vez ouvi algo bastante interessante de um defensor da vida "Se o político não é favor da vida (contra o aborto) não está comprometido com a dignidade humana, se não está comprometido com a dignidade humana não tem compromisso com o bem comum e se não tem compromisso com o bem comum, nem deveria entrar na política. Logo, parece primária essa bandeira de defender a vida quando ela deveria ser um pressuposto, ao menos para os cristãos engajados na vida pública". 

16 de set de 2012

Defender a vida é muito pouco

Votar em um candidato porque ele é um defensor da vida é um argumento fraco na minha opinião, muito embora isto  seja determinante na escolha de um candidato. 


Ora,  a defesa da vida deveria ser a regra para todos os candidatos, pois um postulante que não é favorável à vida, não tem compromisso com o bem comum, e se a pessoa não tem compromisso com o bem comum nem poderia entrar na política.