5 de nov. de 2008

O OUTRO LADO DO ARCO ÍRIS

A cultura homossexual busca incutir que o homossexualismo não é uma opção, mas um dado ontológico, ou seja, a pessoa nasce homossexual. Pesquisas científicas são levantadas e estatísticas mirabolantes aparecem na opinião pública como uma, cujo resultado é a afirmação de que o cérebro de um homossexual é semelhante ao de uma mulher heterossexual.
A mass mídia, na maioria das vezes, divulga as notícias relacionadas ao homossexualismo com ênfase e repetição. As novelas, por sua vez apostam nas separações dos casais e uniões felizes para sempre de pessoas do mesmo sexo. Idéias que são repetidas até parecer coisa comum.
O sistema de saúde pública brasileiro, de um lado é ineficaz, impotente e falho no atendimento a muitas necessidades básicas à população, por outro, apresenta-se como financiador das cirurgias de mudança de sexo. Cada mutilação despenderá aos cofres da saúde pública em torno de R$ 12.000,00.
A palavra homofobia, cujo significado no dicionário de Aurélio Buarque é, “aversão a homossexuais ou ao homossexualismo”, torna-se uma palavra politicamente correta para impor, respaldado pela lei, uma cultura gay. O simples fato de não se concordar com uma postura homossexual, a pessoa é, não rara vezes, considerada homofóbica. Leis tramitam no congresso e imputam penas de cinco anos a quem se enquadrar no “crime”.
Por trás da bandeira do arco íris parece existir uma gama de interesses escusos movidos por aproveitadores, entre eles, alguns políticos, interessados em voto, outros, o holding empresarial gay e simpatizante. Estes mobilizam todos os setores da sociedade e criticam os discordantes.
Enquanto isso milhares de pessoas, profundamente amadas por Deus, sofrem no silêncio de suas consciências por não terem a coragem de nadar contra a maré e encontrar a verdadeira felicidade, aspiração pulsante no coração de cada pessoa. Sou da opinião que a felicidade é plena quando, cada um, na sua identidade original faz a experiência do seu dom de si.

Vanderlúcio Souza