Mostrando postagens com marcador relativismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador relativismo. Mostrar todas as postagens

19 de mai. de 2009

A DITADURA DO RELATIVISMO

A pós - modernidade recebeu o decalque do relativismo atroz e voraz. Ele nega toda possibilidade de existir algo absoluto, constante e imutável além de criticar causticamente pessoas e instituições que defendam tais valores. Deste modo, cada um vive sob a máxima do filósofo Protágoras, “o homem é medida de todas as coisas”.
Assim o caos está prestes a formar-se, pois se todos se puserem a fazer o que querem e como quiserem a ética é ameaçada e as relações interpessoais são comprometidas.
O Relativismo prático vem acompanhado do materialismo, hedonismo e consumismo dentre outras vertentes cujo mal maior é distanciar o homem de sua própria identidade.
Os efeitos dessa ditadura do relativismo na sociedade é a indiferença para com o outro, o crescimento da violência, da desonestidade, a coisificaçao do homem, a minoração do valor da vida.
É impossível uma vida equilibrada pessoal e comunitariamente sem as realidades da constancia , da essência permanente. Que fale por nós a natureza. Esta segue um curso, é regida por um conjunto de leis e quando de alguma forma é afetada, as conseqüências são desastrosas, Por que seria diferente com o homem?
O relativismo é um mau que cresce e assolapa os valores e princípios basilares que sustentam a sociedade. É um risco para todos. Somente ancorados no porto seguro que abriga a existência do absoluto é que se pode sobreviver a esses dias maus.

15 de mai. de 2009

LINGUAGEM MAQUIADA, CUIDADO

É comum em nossos dias o uso de palavras que distorcem o seu verdadeiro significado. Interrupção da gravidez ou antecipação do parto são exemplos de termos que maquiam a terminologia aborto cujo significado é ‘expulsão prematura do produto da concepção do útero’, segundo o Dicionário Aurélio.
Procura-se mascarar o que é feio e mentiroso na tentativa de passar como algo aceitável e correto. Os conceitos objetivos são,deste modo, relegados ao território de um relativismo subjetivista, ditador e extremado.
Mesmo quando a mulher faz um aborto dentro do amparo legal, como quando o motivo é estupro, ela não deixou de ter praticado um ato violento contra uma vida e contra si mesma. As conseqüências desse ato repercutem mais negativamente física, psicológica e espiritualmente na mãe do que se ela tivesse optado em levar à frente a gestação.
Outro termo dissimulado é eutanásia que etimologicamente significa boa morte e passou a expressar conceito oposto que sugere sua essência linguística. Como não lembrar do caso da norte-americana Terri Schiavo que mesmo em estado de coma sobreviveu por catorze dias após terem sido desligados os aparelhos que, a mantinham viva, a pedido do esposo. Morreu por inanição. Seria essa uma boa morte?
Já as pílulas do dia seguinte distribuídas em larga escala pelo Ministério da Saúde - muito embora faltem medicamentos básicos nos postos de saúde - para a população, não trazem nenhuma a especificação real do que elas são: abortivas.
O discurso lingüístico camuflado ou maquiado é formado por silogismos inconsistentes e falaciosos, encobrem uma mentira e chamam de vida o que, na verdade é morte e degradação.